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	<title>Aparências</title>
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	<title>Aparências</title>
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		<title>Ser diferente.</title>
		<link>https://sobreenvelhecer.com.br/ser-diferente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isabel Juchem]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 20:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser diferente de quem? Diferente aos próprios olhos? Aos olhos de quem? O diferente não é igual aos outros. Quando outros são maioria, o diferente se aperta, vai no sentido contrário. De que? De ideias, aparência, atitudes e comportamentos &#8211; ou tudo isso junto! Quando menina, eu me achava diferente na aparência. Tinha muitas sardas, [&#8230;]</p>
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<p class="has-small-font-size"></p>



<p>Ser diferente de quem? Diferente aos próprios olhos? Aos olhos de quem?</p>



<p>O diferente não é igual aos outros. Quando outros são maioria, o diferente se aperta, vai no sentido contrário. De que? De ideias, aparência, atitudes e comportamentos &#8211; ou tudo isso junto!</p>



<p>Quando menina, eu me achava diferente na aparência. Tinha muitas sardas, cabelos ruivos e crespos. Jesus, eu sobrevivi! Nesse tempo do passado, as &#8220;meninas bonitinhas&#8221; tinham o cabelo preto ou loiro, e sempre liso. Crespas alisavam os cabelos. Ruivas não tinham solução &#8211; era seguir em frente e ponto final. Até os 18 anos, pintar o cabelo estava fora de cogitação.</p>



<p>Não sofri nenhum tipo de bullying, sempre tive boas amizades e fiz parte de grupinhos na escola. Minha aparência só incomodava a mim mesma. Eu alisava meus cabelos durante a noite, enrolando todos os fios na cabeça (a gente chamava isso de &#8220;fazer uma touca&#8221;). O resultado não era nada duradouro, ainda mais para mim que atravessava quadras a pé até a escola. Em dias de neblina, o liso ia ficando pelo caminho&#8230; Aos 13 anos de idade, eu sofria com isso, achava meu cabelo horrível. Eu era ruiva e crespa. Eu era diferente! </p>



<h2 class="wp-block-heading">Voltando no tempo</h2>



<p>Agora, voltando lá nesse tempo, eu de uniforme marinho e branco &#8211; saia pregueada e camisa, sapato preto e meias brancas até os joelhos &#8211; eu era uma graça! Meus dentes da frente eram grandes, os olhos verdes claro. Eu era uma graça e não sabia. Porque eu queria ser igual a maioria, eu não queria ser diferente. Ah, se eu soubesse que o diferente é incomum, é escasso. É raro!</p>



<p>Meu ruivo era um tom de fogo apagado. Lembro de um colega de classe que era ruivo tipo um incêndio acontecendo. A turma chamava ele de &#8220;Inferno na Torre&#8221; (um filme famoso da época, 1974). Olhando de fora, a gente se divertia, mas não era &#8220;barra pesada&#8221;. Queria saber como aquele menino se sentia com aquilo&#8230; Afinal, já era uma forma de depreciar e constranger o outro &#8211; e que hoje leva o nome de &#8220;bullying&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avançando 50 anos </h2>



<p>Avança comigo 50 anos. Estamos no tempo de agora. 2025. Quando penso como é ser jovem e sofrer bullying me descalibro geral. O que faz com que um garoto ou garota se achasse no direito de atacar, julgar, diminuir e constranger o outro. Entre 10 e 15 anos, é fácil a gente ser pego pelo olhar do outro, um olhar crítico que amplia qualquer diferença &#8211; você é mais gordinho, seu cabelo é eriçado, seu nariz é grande, sua roupa, sua voz&#8230; Toda diferença serve para um <em>bullyingzinho </em>que não tem nada de inocente. </p>



<p>Esse tipo de coisa dos tempos atuais me fazem pensar &#8211; que tipo de pais essa criança teve em casa? quem educou, quem conversou, deu atenção e acompanhou o que ela pensa, faz, sofre, deseja? E em que momento as escolas perderam todo o seu foco em educar e formar cidadãos legais, gente boa, gente que sabe acolher, ser amiga, compartilhar. Parece que tudo desmoronou junto &#8211; o lar e a escola. Como foi que isso aconteceu e por quê? Isso dá uma boa e longa conversa, com certeza, mas não agora. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Sentir-se diferente </h2>



<p>Hoje eu estou com 63 anos e me sinto diferente. Não mais pelo cabelo crespo e ruivo ou pelas sardas pelo rosto e corpo. Eu me sinto diferente da maioria pelos procedimentos estéticos. Agora, ter idade e o rosto preenchido é o visual da maioria. Mas, eu sou diferente. Meu rosto está enrugado, tenho manchas e flacidez na pele. Tenho tudo o que meu corpo atravessou para chegar até aqui. Eu tentei apagar esse rosto e parecer menos velha ( leia o post: <a href="https://sobreenvelhecer.com.br/lifting-facial-voce-faria/">https://sobreenvelhecer.com.br/lifting-facial-voce-faria/</a>). Isso foi há 8 anos e o tempo seguiu fazendo o que ele faz: nos levando com ele e nos transformando.</p>



<p>Hoje, eu me sinto diferente num tempo onde a maioria das mulheres não quer ter o rosto com rugas, um &#8220;rosto de velha&#8221;. A verdade é que envelhecer é difícil. A gente precisa aceitar que fica diferente, viver fica diferente. Nossa aparência muda, nossas habilidades enfraquecem um pouco (ou muito). Não é mais como antes. É diferente. Mas, eu gosto de estar viva, ainda que seja difícil sentir as perdas e mudanças, no corpo e ao meu redor. </p>



<p>Me sinto sortuda por fazer parte de uma geração que pôde ver e viver tantas novidades, cada vez mais aceleradas, no espaço de 60 anos. Eu datilografei em máquinas com fita de tinta, depois com esferas e fita corretora, um luxo! Eu trabalhei com telex e fac-símile. Estudei em livros e bibliotecas. Caminhava no parque escutando as fitas k7 no meu Walkman. Fotografei, em rolinhos de filme, grande parte da minha história, até chegar ao smartphone &#8211; e ele faz tudo isso aí sozinho, na palma de uma mão. </p>



<p>No final das contas, a verdade é que cada um é diferente. Todos somos diferentes entre nós. Somos únicos, singulares e perfeitos nas nossas diferenças. Os outros, são os outros, e só! Se eu soubesse disso, 50 anos atrás, teria curtido muito mais ser como eu era: uma menina ruiva, crespa, coberta de sardas e diferente da maioria. Viva o diferente!</p>



<p></p>
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		<title>Dias de chuva &#8211; Tormento ou diversão?</title>
		<link>https://sobreenvelhecer.com.br/dias-de-chuva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabel Juchem]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 16:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[60+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Tempo de leitura: 4 minutos) A chuva é um fenômeno natural essencial. Em quantidades adequadas, ela traz vida às plantas e animais, incluindo seres humanos. Quando eu era criança, os dias chuvosos eram um tormento para mim – uma menina de cabelos crespos que se envergonhava e se sentia insegura com seus cachos. Para complicar, [&#8230;]</p>
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<p class="has-small-font-size">(Tempo de leitura: 4 minutos)</p>



<p>A chuva é um fenômeno natural essencial. Em quantidades adequadas, ela traz vida às plantas e animais, incluindo seres humanos. Quando eu era criança, os <strong>dias chuvosos eram um tormento para mim</strong> – uma menina de cabelos crespos que se envergonhava e se sentia insegura com seus cachos. Para complicar, meus cabelos eram ruivos, o que me diferenciava ainda mais da maioria.</p>



<p>Houve uma época em que as pessoas dormiam usando toucas &#8211; não as de tecido ou lã, mas sim <strong>toucas para alisar os cabelos</strong>. Elas funcionavam ao pentear os cabelos úmidos para um único lado, cobrindo a cabeça inteira como se fosse um manto enrolado ao redor do crânio. Algumas usavam um rolo no topo da cabeça que ajudava a manter a forma onde era mais difícil alisar perfeitamente &#8211; eu nunca utilizei esse método e frequentemente acabava com marcas dos grampos de metal nos cabelos da parte de trás da cabeça (os grampos de plástico só apareceram bem depois).</p>



<figure class="wp-block-image size-medium is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="225" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-1-300x225.png" alt="" class="wp-image-1251" style="object-fit:cover;width:375px;height:auto" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-1-300x225.png 300w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-1-768x576.png 768w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-1.png 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption class="wp-element-caption">Essa era a touca e os clips de alumínio que se usava.</figcaption></figure>



<p>Não pense que era só fazer o contorno da cabeça, prender com os clips e pronto. Não! Passadas algumas horas, <strong>era preciso virar a touca</strong>, pentear tudo para o lado contrário, no mesmo procedimento. A diferença é que as raízes doíam demais nessa virada que forçava as fios pro lado contrário. Ai, que dor!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pela manhã, a dor para desfazer a touca.</h2>



<p>Pela manhã, soltava tudo, penteava bem &#8211; e o couro cabeludo sob tortura. O cabelo ficava igual passado a ferro, liso mesmo. Acontecia de ficarem uns fios de crescimento espetados acima da testa. Se o dia estivesse seco e com baixa umidade, era beleza! a touca duraria um ou dois dias. Mas, em dias de chuva, só se aproximar da porta de casa tinha efeito devastador.<strong> A touca &#8220;ia pro brejo&#8221;</strong>… e o visual lisinho se convertia em palha de aço, pura revolução. Um sofrimento para aquela adolescente que queria ser lisa &#8220;como a maioria&#8221; das colegas, e um trabalhão para a alegria de poucas horas.</p>



<p>Assim como os cabelos eriçados, também me incomodavam os <strong>pés molhados.</strong> Sapatos úmidos por todo o turno da escola. Lembro de ter tido umas botas de chuva brancas (tipo as usadas em açougues), mas eu morria de vergonha de usar aquilo, chamava muita atenção e o meu objetivo nessa fase era não me destacar. Tento lembrar por qual razão ganhei essas botas brancas da minha mãe já que eu teria escolhido botas pretas. O fato é que, agora, aos 60 +, <strong>comprei um par de botas de chuva!</strong> São azul escuro com solado amarelo. Ah, como a maturidade nos liberta de padrões, vergonhas e preconceitos.</p>



<figure class="wp-block-image size-medium is-resized"><img decoding="async" width="300" height="225" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-3-300x225.png" alt="Crianças na chuva" class="wp-image-1252" style="width:361px;height:auto" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-3-300x225.png 300w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-3-768x576.png 768w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Dias-de-chuva-3.png 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption class="wp-element-caption">As crianças sabem aproveitar um dia de chuva.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Botinas de chuva &#8211; uma libertação.</h2>



<p>Eu frequento uma Academia, 3 vezes por semana, onde pratico ginástica localizada com pesos. Às segundas, quartas e sextas-feiras, lá estou eu, pronta para malhação. Tá e daí? Daí que volta e meia, amanhece chovendo. Do meu prédio até a academia, caminho umas 4 quadras. Quatro quadras são o suficiente para encharcar os tênis (e até os pés). Não imagino praticar uma hora de aula <strong>com os pés fazendo &#8220;xloc, xloc&#8221;</strong>. Sem chance, pelo menos para mim. Solução? Comprei botinas de borracha. Uma maravilha! Saio de casa com elas vestidas e carrego o par de tênis na mochila. É perfeito.</p>



<p>Dias de chuva vão existir para sempre, mas, hoje, com minhas botas de chuva nos pés, pisando dentro de todas as poças d&#8217;água no meu trajeto até em casa, <strong>volto ao tempo de menina</strong>, agora sem vergonha ou preconceito. Guarda-chuvas, os cabelos presos num rabo-de-cavalo e um boné na cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Deixar de se preocupar com o que não importa.</h2>



<p>É, a idade avança e a gente foca na utilidade, no conforto, no bem-estar. Não é desleixo, mas <strong>deixar de se preocupar com o que não tem a menor importância.</strong> Meus cabelos continuam eriçando em dias de chuva, mas eu aprendi como manejar os fios sem dor. Eu aceito meus cabelos, gosto deles e acho que nunca nos demos tão bem.</p>



<p>Os dias de chuva? Venho fazendo as pazes com eles. Dias de sol, dias ventania, dias secos, dias úmidos. Um dia, seja como for, é <strong>vida acontecendo</strong>, é vida seguindo, avançando e levando a gente junto. E isso, é uma sorte incrível. Poder avançar no tempo, admirando o tudo que um simples dia de vida pode nos dar, faça chuva ou faça sol.</p>
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		<title>Lifting facial, você faria?</title>
		<link>https://sobreenvelhecer.com.br/lifting-facial-voce-faria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabel Juchem]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 21:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[60+]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[mini lifting facial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 55 anos, eu me via 10 anos mais velha. Fazendo aplicações de botox e preenchimentos que mal duravam 1 ano, resolvi que era hora de fazer um lifting. Assim, em novembro de 2016, marquei a primeira consulta com um cirurgião plástico. Decidida pelo procedimento, foquei na escolha do profissional en dediquei um bom tempo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aos 55 anos, eu me via 10 anos mais velha. Fazendo aplicações de botox e preenchimentos que mal duravam 1 ano, resolvi que era hora de fazer um lifting. Assim, <span style="font-weight: 400;">em novembro de 2016, marquei a primeira consulta com um cirurgião plástico. </span></p>



<p>Decidida<span style="font-weight: 400;"> pelo procedimento, foquei na escolha do profissional </span>en dediquei um bom tempo nessa pesquisa. Deu tudo certo e fiquei bem feliz com o resultado, mas nem tudo são flores nesse caminho.   Conto aqui a minha experiência para ajudar interessadas(os) numa decisão mais segura e consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A escolha do cirurgião plástico</h2>



<p>O cuidado na escolha do cirurgião é primordial. Ninguém sem larga experiência e absolutamente confiável pode ser considerado aqui.</p>



<p><span style="font-weight: 400;">Eu queria um resultado sutil, um refresh no rosto, sem grandes &#8220;esticamentos&#8221;.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Meu cirurgião plástico foi tudo que eu esperava. Cheguei até ele por indicação e, mesmo assim, pesquisei </span>bastante a história dele, especializações e atividades<span style="font-weight: 400;">. </span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira consulta, conversamos bastante sobre <strong>minhas</strong> <strong>expectativas.</strong> Ele esclareceu minhas dúvidas e indicou a técnica que me atenderia melhor &#8211; um <strong>&#8220;mini lifting&#8221;</strong> &#8211; procedimento “pouco invasivo”, com ótimos resultados e rápida recuperação. </span>Beleza!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O caminho até a cirurgia</h2>



<p>Foram várias conversas e uma bateria de exames até a <span style="font-weight: 400;">última consulta, antes da cirurgia. Nesse dia, recebi um documento que mencionava todos os <strong>problemas possíveis de acontecer (durante ou após o procedimento)</strong>. Era para eu ler e assinar, dando o &#8220;de acordo&#8221;</span>, isto é, um <span style="font-weight: 400;">ok ao perigo de infecção, perda de uma parte da pele ou reação a anestesia. </span></p>



<p>Acontece que a gente quer muito o bom resultado e, n<span style="font-weight: 400;">o final, aposta que tudo vai dar certo</span>!</p>



<p>Os<span style="font-weight: 400;"> riscos incluem:</span></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><span style="font-weight: 400;">formação de hematomas</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">necrose da pele</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">quelóides (cicatrizes com caroços)</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">pontos se abrirem</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">infecções</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">formação de seromas (acúmulo de líquido próximo à cicatriz e inflamação)</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">lesões nervosas</span></li>



<li><span style="font-weight: 400;">dano nas&nbsp; parótidas (glândulas salivares)</span></li>
</ul>



<p>Tudo bem para você?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O dia da cirurgia</h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Eu estava surpreendentemente tranquila naquele dia. O cirurgião me buscou na sala onde eu esperava já vestida de avental, sapatilhas de tnt e touca. Me deu o braço e fomos conversando até a sala de cirurgia. Lá, ele me apresentou a equipe, recebi a <strong>anestesia</strong> e “apaguei”.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Acordei ainda <em>grogue</em> na <strong>sala de recuperação</strong>: a cabeça enrolada com <strong>bandagens</strong>, só meu rosto de fora. Senti o aparelho inflável pressionando e soltando as minhas pernas &#8211; para evitar uma trombose, outro risco desses procedimentos. Dormi.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">No final da tarde, o médico veio me ver. Retirou as <strong>bandagens </strong>e examinou os pontos. Tudo estava bem e eu super animada!</span> </p>



<p><span style="font-weight: 400;">Passei aquela noite no hospital com o aparelho de compressão <strong>anti-trombose</strong> por mais algumas horas.</span> N<span style="font-weight: 400;">a manhã seguinte, o médico me liberou. </span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Saí do hospital envolta numa echarpe e um óculos escuros enorme. Eu parecia uma espiã camuflada, mas devia ficar com as bandagens por mais 3 dias</span>! </p>



<h2 class="wp-block-heading">O meu pós-cirúrgico</h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Os primeiros 3 dias foram <strong>desconfortáveis.</strong> Eu não podia lavar o rosto nem os cabelos, tinha de dormir  sentada na cama. Não podia deitar de lado, muito menos de bruços. Tomei <strong>injeções no abdômen</strong> contra trombose, aplicadas pelo meu marido, e medicação para dor. </span></p>



<p>No<span style="font-weight: 400;"> segundo dia em casa, fui até o consultório <strong>retirar as bandagens</strong> e ver o estado geral do procedimento. Novamente, me fantasiei de espiã e saí na rua. </span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Na consulta, vi que meus cabelos estavam duros de um produto usado para puxar um coque bem no topo da cabeça e liberar a área de trabalho de qualquer fio perdido. Eu tinha <strong>hematomas</strong> abaixo dos olhos e na testa, mas estava tudo ok! Viva! Agora era <strong>dar tempo ao tempo</strong> e tudo ficaria bem.</span></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="400" height="300" data-id="1112" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/1-1.jpg" alt="" class="wp-image-1112" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/1-1.jpg 400w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/1-1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="300" data-id="1114" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2-1.jpg" alt="" class="wp-image-1114" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2-1.jpg 400w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2-1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="300" data-id="1113" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3-1.jpg" alt="" class="wp-image-1113" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3-1.jpg 400w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/12/3-1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption">Mini lifting &#8211; no hospital, hematomas e resultados antes &amp; depois</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">A recuperação</h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Minhas orelhas foram o ponto mais crítico. Grande parte do lifting é feito em direção às orelhas e é onde ficam a <strong>maioria dos pontos</strong>. Confesso que uma delas me preocupou &#8211; ficou muito quente, inchada e com vermelhidão. Não foi uma nem duas vezes que pensei se ela iria necrosar… socorro! Felizmente, não tinha infecção e com o passar do tempo ela <strong>foi voltando ao normal</strong>. Felizmente! </span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">No 3o dia eu já podia lavar os cabelos &#8211; com todo cuidado porque alguns pontos estavam escondidos no meio deles. Até a remoção dos pontos usei um shampoo bactericida para reduzir o risco de contaminação nas incisões. </span></p>



<h2 class="wp-block-heading">Hematomas assustadores</h2>



<p>No terceiro dia, <span style="font-weight: 400;">livre das bandagens e de banho tomado, meu rosto era assustador com <strong>hematomas muito roxos ao redor dos olhos e parte da testa</strong>. Até meu cirurgião ficou impressionado</span> porque, segundo ele, não era muito comum.</p>



<p><span style="font-weight: 400;">Foi um baque para meu marido e eu, me ver daquele jeito. Ficamos assustados e meio quietos naquele dia. Para ser sincera, eu me deprimi um pouco, mas, os dias foram passando, <strong>os hematomas foram cedendo</strong>, muito lentamente, mas cedendo. </span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Trinta dias depois da cirurgia, eu ainda tinha sutis hematomas* abaixo dos olhos. No total, foram 45 dias  até que eles desaparecessem por completo, embora a previsão fosse de 15 dias. </span></p>



<p><i><span style="font-weight: 400;">*Provavelmente, meus hematomas foram tão intensos e persistentes devido a hemocromatose hereditária, uma alteração genética que eu tenho onde o corpo não elimina o excesso de ferro do sangue. Acredito que foi por isso mesmo.</span></i>..</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto dura o efeito do lifting?</h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Dizem que os resultados de uma cirurgia plástica no rosto podem durar até 10 anos. Não foi assim para mim. Cinco anos depois do procedimento eu já percebia a pele cedendo de novo. Esse tempo vai variar de pessoa a pessoa, mas o <strong>envelhecimento</strong> é um processo contínuo, não tem jeito.</span> N<span style="font-weight: 400;">esse momento é importante escolher por <strong>parar ou prosseguir</strong> com os procedimentos. É fácil ficar refém das cirurgias e acabar desfigurando o rosto se esticando demais. </span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><span style="font-weight: 400;">Cinco anos depois&nbsp;</span></h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Faz 5 anos do procedimento. As <strong>cicatrizes</strong> atrás das orelhas ainda me dão sensação de “repuxo” e precisam ser hidratadas regularmente. Numa delas, tenho <strong>um ponto cirúrgico perdido</strong> que ainda preciso remover. De resto, está tudo ok. Minhas rugas voltaram, como era de se esperar, mas nós estamos em paz. </span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Hidratantes, séruns, filtro solar e maquiagem são <strong>meus melhores amigos</strong></span>.</p>



<p><span style="font-weight: 400;">Fico feliz de ter feito o procedimento aos 55, mas hoje é mais importante investir meu tempo e dinheiro em coisas <strong>que me somam em conteúdo</strong> e conhecimento. Dizem que a longa existência nos dá <strong>sabedoria</strong> para escolhas mais valiosas. Afinal, são apenas rugas e eu ainda <strong>estou viva</strong></span>!</p>
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		<title>Cuide do seu colágeno.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabel Juchem]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 21:47:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[colágeno]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[reposição de colágeno]]></category>
		<category><![CDATA[rugas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tempo de leitura: 4 minutos O colágeno é uma proteína que fornece sustentação não apenas para a pele, mas também para músculos, ossos e articulações. Acontece que, com o passar do tempo, a sua produção começa a cair. Algumas mulheres mantêm um depósito dessa riqueza em seus corpos por mais tempo, variando de pessoa a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-small-font-size"><em>Tempo de leitura: 4 minutos</em></p>



<p><span style="font-weight: 400;">O colágeno é uma proteína que fornece sustentação não apenas para a pele, mas também para músculos, ossos e articulações. Acontece que, com o passar do tempo, a sua produção começa a cair. Algumas mulheres mantêm um </span>depósito dessa riqueza <span style="font-weight: 400;">em seus corpos por mais tempo, variando de pessoa a pessoa mas é certo que a saúde, dieta e estilo de vida têm um papel fundamental na sua manutenção.&nbsp;</span></p>



<p>A seguir, vamos ver como o colágeno atua, quando a sua produção diminui e o que acontece, o que fazer para prolongar a produção e sua relação direta com o envelhecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o papel do colágeno no nosso corpo?</strong></h2>



<p><span style="font-weight: 400;">O colágeno é uma proteína que o </span><b>corpo produz por si só</b><span style="font-weight: 400;"> e naturalmente. Ele é encarregado de dar </span><b>suporte e elasticidade </b><span style="font-weight: 400;">para a pele além de manter a saúde dos cabelos, nervos, músculos, ossos, articulações e cartilagens. <em>Então, veja: esse &#8220;cara&#8221; jamais poderia abandonar seus serviços, certo? Jamais! Mas não é bem assim que ele se comporta.&nbsp;</em></span></p>



<p>Por volta dos 25-30 anos<span style="font-weight: 400;">, nosso corpo começa a reduzir a produção dessa proteína. Alguns hábitos também ajudam a acelerar a perda como a exposição ao sol sem protetor solar, situações de </span><b>estresse</b><span style="font-weight: 400;"> constantes e alimentação mal balanceada.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>redução drástica do colágeno </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; junto da queda na produção hormonal &#8211; tem um grande papel no nosso </span><b>envelhecimento</b><span style="font-weight: 400;">. A pele começa a enrugar, as articulações podem doer aqui e ali, ou seja, começamos a lidar com novas questões de saúde e aparência.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a queda na produção de colágeno afeta o nosso organismo?</strong></h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Você já tinha pensado em como a </span><b>queda na produção de colágeno</b><span style="font-weight: 400;"> afeta o nosso organismo? E se ele é tão necessário para a</span> <span style="font-weight: 400;">saúde geral</span><b>,</b><span style="font-weight: 400;"> porquê o corpo vai diminuindo a produção? A resposta é: faz parte do&nbsp; </span><b>processo natural </b><span style="font-weight: 400;">do envelhecimento, </span><span style="font-weight: 400;">acontece no avanço da nossa idade.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">O colágeno faz a pele ficar </span><b>lisa e tensionada,</b><span style="font-weight: 400;"> ajuda a calcificar os ossos, mantém as </span><b>articulações e cartilagens</b><span style="font-weight: 400;"> hidratadas e nossos músculos firmes. É um papel importante demais! Quando a produção cai, começam a surgir dores nas articulações e rigidez nas juntas, a musculatura pode ficar enfraquecida e a pele mais flácida e com rugas.&nbsp;</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que hábitos podem &#8220;segurar&#8221; o colágeno por mais tempo?</strong></h2>



<p><span style="font-weight: 400;">Uma pessoa pode <b>se preparar desde cedo</b> para prolongar o estoque de colágeno no corpo se </span>cultivar hábitos <span style="font-weight: 400;">que farão a diferença enquanto a idade avança.&nbsp;</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">Uma </span><b>dieta bem equilibrada</b><span style="font-weight: 400;"> pode fornecer ao corpo os ingredientes necessários para ajudá-lo a produzir colágeno. Sendo uma proteína, o colágeno é encontrado, principalmente, em carnes vermelhas, frango, peixes e na </span><b>gelatina convencional.</b><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Alimentos ricos em vitamina C</strong> (laranja, limão e abacaxi), <strong>zinco</strong> (frutos do mar, nozes, castanhas), <strong>selênio</strong> (castanha do Pará) e <strong>silício</strong> (aveia, maçã) potencializam os resultados, melhoram a </span><b>absorção </b><span style="font-weight: 400;">e auxiliam na produção.&nbsp;</span></p>



<p>Por fim, hidratar o corpo de dentro para fora bebendo<strong> água </strong>e fortalecer os músculos com <strong>exercícios físicos</strong> regulares completam o combo da &#8220;terapia de manutenção natural&#8221;.</p>



<p><strong>Suplementação de colágeno</strong>.</p>



<p><span style="font-weight: 400;">Os suplementos de colágeno prometem repor e </span><b>amenizar os sintomas</b><span style="font-weight: 400;"> diminuindo a flacidez, as rugas e dores articulares. Mas, o resultado da </span><b>ingestão do suplemento</b><span style="font-weight: 400;"> ainda é contestável para alguns estudiosos da área. Da mesma forma que existem artigos indicando benefícios na reposição, existem outros dizendo que ela não faz nenhuma diferença. Enfim, muitos médicos indicam a </span><b>reposição de colágeno</b><span style="font-weight: 400;"> como solução para adiar e até recuperar a vitalidade da pele onde os resultados seriam aparentes após 3 meses de tratamento. </span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">O mercado farmacêutico oferece <strong>colágeno em pó ou em cápsulas</strong>, dos <strong>tipos 1, 2, 3 e 4</strong>. Para escolher o produto certo, você deve saber qual o benefício esperado: melhora da pele ou das articulações, ou de tudo!&nbsp;Para consumir qualquer suplemento, é melhor buscar </span><b>orientações de um médico</b><span style="font-weight: 400;"> ou nutricionista e fazer o uso seguro, pelo tempo certo.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A relação do colágeno com o envelhecimento.</strong></h2>



<p>A relação do colágeno com o envelhecimento f<span style="font-weight: 400;">ica clara quando vemos como ele é responsável pela sustentação dos nossos tecidos. Pele, cabelos, unhas, músculos, ossos, cartilagens e articulações precisam dele para permanecerem firmes, elásticos, viçosos. </span></p>



<p>Então,<b> cuidando desde cedo </b><span style="font-weight: 400;">da alimentação, evitando o estresse constante, protegendo a pele com protetor solar, a degradação de colágeno tem mais chances de ser adiada. Com isso, podemos </span><b>prolongar a saúde</b><span style="font-weight: 400;"> das nossas estruturas de sustentação do corpo e manter a <strong>pele mais firme, por mais tempo,</strong> atrasando o envelhecimento.</span></p>



<p><span style="font-weight: 400;">E você, tem cuidado do seu colágeno?&nbsp;</span></p>
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		<title>Cabelos brancos, a transição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabel Juchem]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 22:06:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[60+]]></category>
		<category><![CDATA[cabelos brancos]]></category>
		<category><![CDATA[cabelos cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[grisalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cabelos brancos sempre foram associados à velhice e velhice é algo que todo o mundo quer evitar mas também quer muito seguir vivendo. Quem nunca arrancou um ou outro fio branco que nasceu perdido entre a cabeleira escura? Uma mulher que deixasse a cabeça ficar branca era “uma vovozinha”. No homem, os cabelos brancos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cabelos brancos sempre foram associados à velhice e velhice é algo que todo o mundo quer evitar mas também quer muito seguir vivendo.</p>
<p>Quem nunca arrancou um ou outro fio branco que nasceu perdido entre a cabeleira escura?</p>
<p>Uma mulher que deixasse a cabeça ficar branca era <strong>“uma vovozinha”</strong>. No homem, os cabelos brancos ou grisalhos sempre tiveram conotação de algo charmoso, com um ar interessante. Já na mulher, cobrir os cabelos brancos era uma regra e ponto final. Cabeça branca é coisa de “velha” nem pensar! Será?</p>
<p>Que tal se encararmos o velho como alguém sortudo, com <strong>uma vida longa</strong>? Para não envelhecer é preciso morrer cedo. Quem quer isso?</p>
<h2>Cabelos brancos, sejam bem-vindos!</h2>
<p>Claro, você pode escolher passar os anos do envelhecimento lutando contra rugas e cabelos brancos que, aliás, só fazem crescer marcando as raízes a cada 20 dias. Uma rotina cara e cansativa.</p>
<p>Investir tempo e dinheiro nisso é opção de cada um, ponto final. Mas <strong>assumir a cabeça branca</strong> é uma prática cada vez mais comum entre o público feminino, um avanço importante contra os tantos <strong>rótulos e padrões estéticos</strong> que massacram as mulheres há séculos.</p>
<p>Desde os meus 30 e poucos anos <strong>os primeiros fios brancos</strong> já começaram a despontar. Imediatamente iniciei a aplicação de henna e segui cobrindo meus fios por muitos anos. No começo, eram aplicações de 40 em 40 dias e esse prazo foi se encurtando até chegar nos 30 em 30, até 20 em 20 dias! A certa altura, passei para os tonalizantes e quando os brancos já eram mais de 50% só a tintura dava bom resultado.</p>
<h2>Tingir e deixar de tingir, eis a questão</h2>
<p>Tingir os cabelos é um processo maravilhoso na medida que oferece diversas opções de tons. Você pode <strong>mudar o visual radicalmente</strong> apenas tingindo os cabelos mas o tom grisalho natural ou branco opera esse mesmo efeito.</p>
<p>É verdade que, como qualquer tom de tintura, uma <strong>moldura branca</strong> ou grisalha ao redor do rosto pode não cair bem para todas, tanto quanto um castanho escuro ou um ruivo. Aí entra tom de pele, cor dos olhos e o <strong>estilo de cada uma</strong>.</p>
<p>O que conta aqui é se <strong>desfazer do preconceito</strong> entendendo que o natural tem valor, além de ser extremamente <strong>libertador</strong> &#8211; o compromisso com a tintura acaba e o custo financeiro também.</p>
<h2>Tintura nos cabelos, nunca mais</h2>
<p>Para quem sempre tingiu os fios brancos e quer deixar isso para trás, o primeiro passo é <strong>que essa seja uma vontade genuína</strong> porque você vai precisar ser forte amiga!</p>
<p>Suportar o <strong>processo de crescimento dos fios</strong> brancos com parte da cabeleira tingida é desafiador. Um dedinho de raiz branca derruba qualquer visual, por mais trabalhada no figurino e na maquiagem que a gente esteja. Mas pensa assim: <strong>é só uma fase. Vai passar</strong>!</p>
<p><figure id="attachment_1091" aria-describedby="caption-attachment-1091" style="width: 200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1091 size-full" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-1.jpg" alt="" width="200" height="200" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-1.jpg 200w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-1091" class="wp-caption-text">Com louro claro tingido. As raízes brancas avançando.</figcaption></figure></p>
<h2>Como suportar o crescimento dos fios brancos</h2>
<p>Em 2016, comecei o processo de <strong>clarear meu castanho claro</strong> com algumas luzes até que, em novembro, tingi de um loiro médio. Isso amenizava o contraste do tingido com o branco. Desse dia em diante, a barra branca que sobe pelas raízes foi crescendo livremente.</p>
<p><strong>Suspender as tinturas</strong> era o meu objetivo e eu assumi esse compromisso comigo mesma. Já se somavam mais de 30 anos com química no couro cabeludo e eu nunca me senti confortável com isso, por mais que as tinturas tenham evoluído ao longo do tempo.</p>
<p>Quando os brancos crescidos estavam com uns dois centímetros, passei a <strong>prender os cabelos</strong>: usava rabo de cavalo, coque ou uma tiara. Esse recurso emoldura o rosto com os fios brancos e suaviza a “quebra” da transição que fica voltada para trás.</p>
<p>Eu adoraria usar <strong>faixas e lenços</strong> que acho lindo, mas parece que o meu crânio não foi desenhado para isso e nada segura. <strong>Chapéus e bonés</strong> também podem ser uma boa solução para os dias mais difíceis.</p>
<p>Em algum momento, até procurei <strong>apliques de peruca</strong> (eu avisei, o processo não é fácil e você vai lutar contra as recaídas, mas não desista!). Então eu encontrei uma loja especializada e experimentei um aplique que tinha o tom do meu loiro certinho. Era como um chapeuzinho, um topo de cabeça que cobria justamente minhas raízes brancas. Olha, era perfeito e não fosse o custo daquele negócio acho que teria comprado. Desisti e continuei na luta.</p>
<p><figure id="attachment_1095" aria-describedby="caption-attachment-1095" style="width: 200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1095" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-4.jpg" alt="Cabelos brancos, transição" width="200" height="200" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-4.jpg 200w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-4-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-1095" class="wp-caption-text">Cabelo preso, esconde as pontas tingidas.</figcaption></figure></p>
<p>De fato, o processo fica cada vez mais tranquilo. O cabelo branco vai cobrindo mais e mais a cabeça e com os cortes regulares, <strong>uma hora a mágica acontece</strong>. Plim!</p>
<p>Esse processo é para quem usa os cabelos médios ou longos e não quer <strong>radicalizar com um curtinho.  </strong>Essa também  é uma opção e o caminho mais rápido para a transição. Só tenha cuidado para não se arrepender porque os fios crescem, em média, de 1cm a 1,5cm por mês. Certo é que o curtinho fica uma graça para muitas!</p>
<h2>Vantagens dos cabelos brancos</h2>
<p>Abandonar de vez a tintura nos cabelos e <strong>assumir os fios brancos naturais</strong> do envelhecimento traz vantagens e, pensando bem, eu nem saberia indicar alguma desvantagem. Vejamos:</p>
<ul>
<li>redução de custos financeiros mensais</li>
<li>fim das idas ao salão de beleza para tingimento</li>
<li>fim da química frequente nos fios e couro cabeludo</li>
<li>sentimento de liberdade e rompimento do padrão</li>
</ul>
<h2>Como cuidar dos cabelos brancos ou grisalhos</h2>
<p>A cabeleira grisalha abre <strong>um novo capítulo</strong> nos cuidados com os cabelos. Nem sempre vai ser só lavar e pronto. Principalmente nos cabelos longos, é comum aparecerem uns <strong>fios com frizz ou amarelados</strong> mas, nos dois casos, existe solução:</p>
<ul>
<li>para o <strong>amarelado</strong> podemos usar um shampoo ou condicionador específico para cabelos grisalhos e brancos. Esses produtos tem uma cor roxa ou preta, parece piche mesmo, mas fazem a mágica deixando a cabeleira bem prateada. Fica lindo!</li>
<li>já para os <strong>fios eriçados</strong>, podemos resolver aplicando um <strong>leave-in</strong> após a lavagem ou mesmo no cabelo seco. Outra opção é aplicar<strong> produtos anti-frizz</strong> antes do secador. E ainda temos uma terceira opção: fazer uma <strong>escova progressiva</strong>. Nesse caso, o efeito é um cabelo sem frizz por alguns meses, porém, os fios ficam lisos e com bem menos volume. Então é bom estudar se esse visual vai “casar” com você. Também é bom saber que quanto mais lavagens a progressiva vai perdendo efeito e os fios retomam a antiga forma. É progressiva, não é definitiva.</li>
</ul>
<p><figure id="attachment_1093" aria-describedby="caption-attachment-1093" style="width: 200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1093 size-full" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-3.jpg" alt="Cabelos brancos, transição" width="200" height="200" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-3.jpg 200w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-3-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-1093" class="wp-caption-text">Os fios brancos já com 1/3 do comprimento (2018).</figcaption></figure></p>
<p>Um<strong> bom corte</strong> ajuda a manter os cabelos cuidados e bonitos. Curtinhos, semi longos ou longos, lisos, crespos ou ondulados, soltos ou presos, os cabelos são seus, é a sua cabeça. Sinta-se bem, bonita e confortável.</p>
<h2>Cada uma com suas escolhas</h2>
<p>E aí, vai <strong>encarar a transição para os brancos</strong> e abandonar os tingimentos de vez? O processo não é fácil e nem muito rápido, mas depois que os fios virgens crescem <strong>é libertador</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_1092" aria-describedby="caption-attachment-1092" style="width: 200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1092" src="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-2.jpg" alt="Cabelos brancos, a transição" width="200" height="200" srcset="https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-2.jpg 200w, https://sobreenvelhecer.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Transicao-cabelos-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-1092" class="wp-caption-text">Em 2021, grisalho total.</figcaption></figure></p>
<p>Cabelos brancos fazem<strong> parte do envelhecimento</strong> de todos nós, seres humanos. Nem todos estão prontos ou dispostos a abraçar o pacote completo dessa fase da vida. Então, quer seguir tingindo os cabelos? Tudo bem! Mas que tal <strong>apoiar sua amiga</strong> que está na batalha para deixar os cabelos grisalhos crescerem? Uma fala de incentivo vai cair bem, acredite.</p>
<p>Os <strong>preconceitos</strong> com tudo o que remete ao envelhecimento (e que muitas de nós ainda carregamos) são cruéis, limitantes e, muitas vezes, nos forçam a algo que não queremos, não gostamos ou cansamos de fazer. Esses preconceitos vem <strong>padronizando rostos</strong> e impondo gastos excessivos, mais do que você gostaria ou deveria investir. Brancos e grisalhos são lindos e abrem uma nova cor na paleta dos cabelos. Seja feliz e <strong>encontre a sua beleza</strong> na paz de ser livre.</p>
<p>Beijos e até a próxima.</p>
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		<title>Sim, rugas!</title>
		<link>https://sobreenvelhecer.com.br/sim-rugas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabel Juchem]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 18:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[50+]]></category>
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		<category><![CDATA[cosmética]]></category>
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		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[etarismo]]></category>
		<category><![CDATA[maquiagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizer sim às rugas é um ato revolucionário quando o padrão é esconder e apagar. Para as mulheres, principalmente no Brasil, as rugas trazem total rejeição. Os procedimentos antirrugas se tornaram um padrão principalmente para a turma que ingressa nos 45 &#8211; 50 e começa a viver os efeitos da menopausa e do envelhecimento real. Vendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dizer sim às rugas é um ato revolucionário quando <strong>o padrão é esconder e apagar</strong>. Para as mulheres, principalmente no Brasil, as rugas trazem total rejeição. Os procedimentos antirrugas se tornaram um padrão principalmente para a turma que ingressa nos 45 &#8211; 50 e começa a viver os efeitos da menopausa e do envelhecimento real. </p>



<p>Vendo fotos de celebridades 50+, a gente chega a pensar que está falhando muito em cuidar da própria aparência. É difícil encontrar imagens de mulheres que não fizeram nenhum procedimento estético no rosto e que levam suas rugas no rosto, naturalmente. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eu e minhas rugas &nbsp;</strong></h2>



<p>Dos 45 até os 57 anos,<a href="https://sobreenvelhecer.com.br/lifting-facial-voce-faria/"> fiz diversos procedimentos antirrugas</a> e agora, aos 61 anos, decidi parar. Por duas razões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>primeiro, porque entendi que a <strong>cultura antienvelhecimento</strong> é uma construção que nos empurra desde muito cedo para esse circuito sem fim dos procedimentos contra rugas, pela aparência eterna dos nossos 25 anos</li>



<li>segundo, porque eu penso que os procedimentos<strong> antirrugas </strong>funcionam bem por algum tempo, mas existe uma linha limite que, uma vez cruzada, não tem volta. Essa linha é o ponto em que a fisionomia fica muito modificada.</li>
</ul>



<p><span style="font-size: revert; color: initial;">Acontece que a pele vai cedendo mais e sobra mais &#8211; o que nos obriga a preencher mais ou esticar mais. Não tem jeito, o rosto muito preenchido ou muito esticado perde expressão e naturalidade, é fato! Mas, a escolha por fazer procedimentos estéticos e até quando fazê-los deve ser pessoal. </span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cosméticos e maquiagem.</strong></h2>



<p>Envelhecemos, mas o autocuidado continua! Eu procuro uma linha de cosméticos e maquiagem feita especialmente para o <strong>rosto com rugas</strong>, que não ressalte as linhas e que não se deposite nelas. Na embalagem, poderia dizer bem claro: base para pele com rugas! Por que não?</p>



<p>Toda a comunicação da indústria de cosméticos nos aponta para combater, fugir, tratar, evitar, reduzir, eliminar, prevenir &#8211; como se fosse uma ruga fosse &#8220;uma doença grave&#8221;. </p>



<p>Ostentar as rugas no rosto é como andar na contramão da avenida. A gente cresce, vive e morre rodeada por <strong>discursos antirrugas</strong>. Está na hora de aceitar as rugas sem medo ou preconceitos &#8211; sim, tenho rugas! rugas, rugas!  </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As rugas nas redes sociais.</strong></h2>



<p>Eu penso que as redes sociais (em  especial o Instagram) são <strong>ferramentas incríveis</strong> de comunicação e informação. Ali se encontram todos os tipos de perfis: de notícias, de coisas surpreendentes, os divertidos, os de arte, de dança, de música, restaurantes, receitas, viagens, personalidades interessantes, autoajuda, correntes do bem e essa lista não tem fim. E, como tudo na vida, também se encontra muito lixo, embora se tenha a opção de ignorá-las ou combatê-las.</p>


<p>Fato é que, quando criei um perfil dos meus 60 anos e postei minhas fotos sem usar aqueles<strong> filtros rejuvenescedores</strong>, instantaneamente surgiram na minha <em>timeline</em> ofertas de perfis de dermatologistas, de produtos antirrugas &#8211; até fronha antienvelhecimento que promete “mudar a pele durante a noite”, “não sofra mais com rugas!!!” dizia um post. E dos mais cruéis, onde a foto comparava duas atrizes com 60 anos, uma naturalmente com rugas e outra sem, e perguntava: &#8220;como você quer envelhecer?&#8221;</p>
<p>O ataque constante<strong> ao envelhecimento </strong>nos faz acreditar que assumir as rugas é feio e inadequado e que não aparentar a idade que se tem é uma conquista suprema! </p>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chega de preconceito com as rugas!</strong></h2>


<p>Nós somos todos livres para fazer as nossas <strong>escolhas</strong> estéticas &#8211; com rugas ou não, mas chega de preconceito! A intenção não é condenar os procedimentos estéticos (que eu mesma fiz por um período), mas apoiar uma legião de mulheres que estão escolhendo por aceitar seu <strong>rostos com rugas. </strong>Isso vai na mesma direção de <a href="https://sobreenvelhecer.com.br/cabelos-brancos-a-transicao/">aceitar os cabelos grisalhos</a>. Se era padrão pintar, agora já não é mais. Pinta o cabelo branco quem quer. E quem não quer, tudo bem! </p>
<p>Espero que todas nós encontremos apoio ao invés de “olhares tortos”, crítica e exclusão. Afinal, normalizar o que é normal não é nem um pouco absurdo, concorda? </p>
<p><span style="font-size: revert; color: initial;">Então, me conta, como você lida com suas rugas? Escreve pra mim: isabel_ju@hotmail.com</span></p>


<p></p>
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